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Por: Debb Cabral

O Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia tem em seu site toda a memória do Projeto, além de estar presente nas redes sociais, como Facebook, Instagram, YouTube e o Twitter.

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Diário Contemporâneo abre seleção para mediadores culturais

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Para acolher o público visitante das suas exposições, o Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia convoca os interessados em desenvolver o trabalho de mediação cultural da 13ª edição. Podem se candidatar estudantes de artes visuais, fotografia, história, filosofia, letras, libras, ciências sociais, turismo e demais áreas de interesse. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site dcf.dol.com.br até 11/04.

Mediadora cultural em atuação no 12º DCF. Foto: Irene Almeida

Com o título “Percepção em trânsito: múltiplos caminhos da mediação cultural”, a proposta educativa deste ano mergulha na temática da 13ª edição, “Todo corpo em movimento tem trajetória”, para dialogar com temas indispensáveis e necessários à nossa sociedade. “Vivemos um tempo onde as nossas percepções de mundo, corpos, ideias, gêneros, desejos, realidades estão em trânsito. O mundo que outrora foi conhecido como dual e binário está sendo revogado. Corpos que sempre existiram, mas durantes anos ficaram guardados em silêncio, estão ocupando muitos espaços de visibilidade e diálogo. As narrativas que contamos hoje como corpos dissidentes já estão marcadas nas linhas da história como devir transformador de percepções da contemporaneidade”, explicou Caio Paixão que coordena o projeto educativo do DCF desde 2019.

Segundo ele, o objetivo é “formar um corpo de educadores que irá atuar nos espaços expositivos desenvolvendo um trabalho focado em construir boas conversas com o público, elaborar propostas didáticas e roteiros para grupos escolares, assim como abordar questões importantes à fotografia contemporânea e aos temas presentes nas imagens expostas”. 

Para isso, os interessados participarão de um processo de formação, fazendo não apenas a leitura de imagem e imersão nas fotografias dos artistas selecionados e convidados das mostras, mas também trabalhando os conceitos de mediação cultural, ideias de como acolher o público e dinâmicas para o acolhimento das escolas e grupos.

“Esperamos que o projeto educativo nessa edição informe muitas pessoas sobre temas urgentes como questões de gênero, raça, corpos queer, territórios, travessias para que possamos juntos construir narrativas de um mundo mais digno, respeitoso e justo para todas as pessoas”, finalizou Caio.

CRONOGRAMA

  • Inscrições: até 11 de abril
  • Pré-seleção e agendamento de entrevistas: 10 e 11 de abril
  • Entrevistas: 12, 13 e 16 de abril
  • Curso de formação: 17, 18, 20 e 24 de abril

 

O PROJETO

Criado em 2010, o Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia é aberto a todos os artistas brasileiros ou residentes no país. Trata-se de um projeto nacional, que em seus mais de dez anos de atuação contribuiu para a consolidação do Pará como lugar de reflexão e criação em artes, além de proporcionar o diálogo entre a produção local e nacional.

É uma realização do jornal Diário do Pará e RBA com apoio institucional do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SECULT), Sistema Integrado de Museus e Memoriais (SIM) e Museu Casa das Onze Janelas; Museu da Universidade Federal do Pará (MUFPA); Associação Fotoativa; e colaboração da Sol Informática.

 

SERVIÇO

Diário Contemporâneo abre seleção para mediadores culturais

Período: até 11/04/2024

Contato: educativopremiodiario@gmail.com

Mais informações e ficha de inscrição no site: dcf.dol.com.br

Diário Contemporâneo divulga premiados e selecionados da 13ª edição

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Após dias de diálogos e avaliação das obras inscritas, a comissão de seleção desta edição, composta por Lívia Aquino, artista, pesquisadora e profissional atuante em projetos de arte contemporânea no país; Vi Grunvald, fotógrafa e realizadora audiovisual com trabalhos sobre política, direitos humanos, gênero, sexualidade, parentesco/família, imagem, performance, cinema, táticas documentais e teoria queer/cuir; e Camila Fialho, curadora e articuladora/ativadora de processos artísticos; escolheu os trabalhos que irão compor a exposição do 13º Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia em abril.

Jurí e Irene Almeida reunidas durante a seleção da 13ª edição.

A partir da temática “Todo corpo em deslocamento tem trajetória”, proposição de Lívia Aquino, que também é curadora convidada deste ano, vieram mais de 300 dossiês de todas as regiões do país para concorrer a um dos seis Prêmios Aquisição no valor de R$7.000,00 cada.

Confira o resultado da seleção:

 

PREMIADOS – PRÊMIO AQUISIÇÃO

Alex Oliveira (BA)

Carolina Krieger (SC)

Coletivo Noite Suja (PA)

Keila Sankofa (AM)

Marina Feldhues (SP)

Rogerio Vieira (SP)

 

SELECIONADOS

Antonia Nayane (PA)

Breno de Sant’ana (RJ)

Cyro Almeida e Mestre Júlio Santos (MG)

Francisco de Souza (RJ)

Gabz 404 (RS)

Ian Nogueira (DF)

s/n°w (snow) (PA)

Masina Pinheiro e Gal Cipreste (RJ)

Nazas (PA)

 

O PROJETO

O DCF é uma realização do jornal Diário do Pará e RBA com apoio institucional do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SECULT), Sistema Integrado de Museus e Memoriais (SIM) e Museu Casa das Onze Janelas; Museu da Universidade Federal do Pará (MUFPA); Associação Fotoativa; colaboração da Sol Informática e oferecimento da BBF.

Últimos dias de inscrição para a 13ª edição do Diário Contemporâneo

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As inscrições para a 13ª edição do Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia entraram na sua reta final. O candidato interessado tem só até a meia-noite do dia 16/012 para enviar o seu dossiê. As candidaturas são gratuitas e o edital com todos os detalhes, além da ficha de inscrição está disponível no site dcf.dol.com.br

O tema escolhido, “Todo corpo em deslocamento tem trajetória”, nasce com uma proposição de Lívia Aquino, curadora convidada deste ano. Serão 15 artistas selecionados que farão parte da mostra da 13ª edição do Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia no Museu Casa das Onze Janelas, Museu da UFPA, Solar da Beira e Associação Fotoativa. Destes, 06 serão escolhidos como Prêmios Aquisição e serão contemplados com R$7.000,00, além da ajuda de custo de até R$2.000,00 oferecida a todos os selecionados para a produção das obras.

>>> Baixe aqui o Edital 2024

>>> Ficha de Inscrição 13ª edição 

“Aqui, a provocação aos artistas visuais, em especial àqueles que se dedicam ao fotográfico e seus desdobramentos, gira em torno do corpo como um território pessoal, de experiências íntimas e únicas, ao mesmo tempo combinado, por estar alinhado ou confrontado, com a experiência social e política”. O corpo é visto para além da sua casca, busca-se a sua tomada de consciência e a relação com o que está ao seu redor”, explicou a curadora convidada.

“A proposição de Lívia Aquino se dirige ao corpo como território pessoal, lugar de vivência única e ao mesmo tempo conectado ou em confronto com a experiência social”, analisou Mariano Klautau Filho, curador geral do projeto.

O JURÍ

Lívia Aquino – Vive em São Paulo. Pesquisadora do campo da cultura e das artes visuais, é professora e artista. Graduada em Psicologia pela UFPR, atua também como psicoterapeuta. Doutora em Artes Visuais e Mestre em Multimeios pela UNICAMP. É professora na pós-graduação em Práticas Artísticas Contemporâneas e na graduação de Artes Visuais e de Produção Cultural da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), em São Paulo. Autora do livro Picture Ahead: a Kodak e a construção do turista-fotógrafo, Prêmio Funarte Marc Ferrez 2015. Participou de exposições coletivas no Centro Cultural São Paulo, na Galeria Reocupa Ocupação 9 de julho, no Museu de Arte Moderna de São Paulo, no Sesc Belenzinho, na Pinacoteca de São Paulo, no Parque Lage, no Museu do Estado do Pará, na Fundação Joaquim Nabuco, no Museu de Arte de Ribeirão Preto, entre outras. 

Camila Fialho – Vive em Belém. Artista, curadora e articuladora/ativadora de processos artísticos. Doutoranda do PPG em Artes da UFPA, suas pesquisas transitam entre poéticas do deslocamento, paisagem, corpo e espaço, com especial interesse nas práticas colaborativas e na publicação como suporte para criação. Como artista, participou da exposição OUBOUR / عبور – Marseille / Alger / Ghardaïa, com a série Lignes de Ghardaïa (Marselha/FR, 2023); foi contemplada pelo Prêmio Branco de Melo 2022 para realizar sua primeira exposição individual Linhas em Movimento. Sob a assinatura de RaioVerde, plataforma pesquisa e criação compartilhada no campo das artes, em 2022 recebe o prêmio de Incentivo às Artes Visuais e Fotografia “Imagens Cotidianas” promovido pelo Sesc no Pará, com a obra Caxina Machu: o reino das sementes vazias, que também participou da exposição Luz do Norte, 10º Festival de Fotografia de Tiradentes, 2020/2021. Participou ainda da instalação coletiva Mapping Fordlândia, junto do coletivo Suspended spaces, parte da exposição On Fail[l]ed Tales and Ta[y]lors, no espaço La Tabakalera, em San Sebastian, 2019, e itinerâncias na França e no Brasil.

Vi Grunvald – Vive em Porto Alegre. Professora trans do Departamento de Antropologia e do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFRGS, onde integra os núcleos de Antropologia Visual e Antropologia e Cidadania. Doutora e Pós-Doutora pela USP, e com formação pela Academia Internacional de Cinema. Co-coordena o Grupo de Reconhecimento de Universos Artísticos/Audiovisuais da UFRJ e pesquisadora de diversos grupos de pesquisa na USP. Professora visitante, em 2022, no Departamento de Psicología Social y Antropología Social da Universidad Complutense de Madrid (UCM) e do Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA) em Lisboa. Fotógrafa e realizadora audiovisual com trabalhos sobre política, direitos humanos, gênero, sexualidade, parentesco/família, imagem, performance, cinema, táticas documentais e teoria queer/cuir. Membra dos comitês de Gênero e Sexualidade (2021-24) e Antropologia Visual (2019-24) da Associação Brasileira de Antropologia (ABA). Coordena a Comissão de Imagem e Som da ANPOCS, no biênio 2022-2023. Domingo, trabalho realizado com Paulo Mendel e a Família Stronger, selecionado e comissionado pela 21ª Bienal de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil, e exibido no Royal Anthropological Institute Film Festival 2019, recebeu os prêmios Margot Dias e Benjamin Pereira de melhor filme da Associação Portuguesa de Antropologia (APA 2019/2020) e Prêmio ANPOCS de Melhor Curta e Média-Metragem da ANPOCS (2021).

O PROJETO

O Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia inicia em um novo formato de edital. Com a 13ª edição, o projeto propõe o incentivo à formação de acervo através dos Prêmios Aquisição, intensificando o que já vem sendo feito desde a constituição da Coleção, em 2016. 

Criado em 2010, é aberto a todos os artistas brasileiros ou residentes no país. Trata-se de um projeto nacional, que em seus mais de dez anos de atuação contribuiu para a consolidação do Pará como lugar de reflexão e criação em artes, além de proporcionar o diálogo entre a produção local e nacional.

O DCF é uma realização do jornal Diário do Pará e RBA com apoio institucional do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SECULT), Sistema Integrado de Museus e Memoriais (SIM) e Museu Casa das Onze Janelas; Museu da Universidade Federal do Pará (MUFPA); Associação Fotoativa; Prefeitura de Belém por meio da CODEM e Solar da Beira; colaboração da Sol Informática e oferecimento da BBF.

SERVIÇO

Últimos dias de inscrição para a 13ª edição do Diário Contemporâneo

Data: até 16/02/2024

Informações: Rua Gaspar Viana, 773 – Reduto. 

Contatos: (91) 3184-9310, 98367-2468 e diariocontemporaneodfotografia@gmail.com. 

Edital e ficha de inscrição no site: dcf.dol.com.br

DCF 2024 nas palavras da curadora convidada

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Texto: Debb Cabral

Até 16 de fevereiro o Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia segue com inscrições abertas para a sua 13ª edição que contemplará seis artistas com os Prêmios Aquisição. “Todo corpo em deslocamento tem trajetória”, tema deste ano, é uma proposição de Lívia Aquino, curadora convidada. Os interessados em participar encontram o edital e a ficha de inscrição disponíveis no site dcf.dol.com.br. 

>> Baixe aqui o Edital 2024

>>> Ficha de Inscrição 13ª edição 

Artista, pesquisadora e profissional atuante em projetos de arte contemporânea no país, Lívia Aquino é parceira do DCF desde 2016, com destaque especial no acompanhamento dos artistas residentes nas últimas edições. Sobre o convite para a curadoria convidada, ela declarou que “eu tenho um carinho enorme pelo DCF, já participei como artista, como comissão de seleção e também na orientação nas residências em São Paulo e no Farol. Admiro o modo como o projeto acontece no campo das artes, sempre aberto a adaptações ao seu tempo de existência e acontecimento no território de Belém. Esse convite me pegou de surpresa, para mim é um desafio como artista articular essa proposição junto a pessoas que tenho grande admiração pelo trabalho e por suas proposições artísticas”. 

Lívia Aquino é a curadora convidada deste ano. Foto: Irene Almeida

Lívia tem como parceiras na comissão de seleção deste ano a fotógrafa e realizadora audiovisual com trabalhos sobre política, direitos humanos, gênero, sexualidade, parentesco/família, imagem, performance, cinema, táticas documentais e teoria queer/cuir, Vi Grunvald, além de Camila Fialho, curadora e articuladora/ativadora de processos artísticos.

A temática desta edição do DCF nasceu do texto “Trabalho de Vida”, da artista e estudante carioca Matheusa Passareli, pessoa negra e não binária que traz um relato muito íntimo e pessoal mas, ao mesmo tempo, consegue estabelecer relações com outras pessoas e suas vivências. “A proposição da curadoria a partir do texto da Matheusa é justamente por ela articular aspectos de sua experiência pessoal e social, expondo reflexões acerca de como se dá a trajetória do seu corpo em deslocamento pela cidade para cursar uma universidade pública. Estou interessada nessas relações de vida, daquilo que nos mobiliza e afeta a partir do que é próprio mas também do contexto de vida e de histórias que valem desdobramentos, narrativas e processos”, explicou Lívia.

Ainda olhando a partir da situação do deslocamento, a curadora convidada reflete que “o movimento pode ser o que nos impulsiona, nos leva a produzir não no sentido neoliberal mas naquele em que nos reconhecemos fazedores de algo pela nossa experiência, por sermos viventes e desejantes. Gosto muito de pensar com Paulo Freire quando nos diz que o corpo age e a partir dessa ação – que é mover também – surge o conhecimento do mundo ou daquela pessoa. Não gosto da ideia de tomar uma coisa como dada – é o ponto de saída, é o de chegada, é o caminho, para cada um é algo que pode se dar em torno de, em torno da saída, da chegada ou do tanto percorrido, há movimento em todos esses lugares aí”.

A 13ª edição é uma retomada e um fortalecimento daquilo que o DCF já vem construindo há mais de uma década. Com o novo formato de edital, o projeto busca estimular a formação de acervo. “Que façamos uma exposição que mobilize e afete quem visitar, que possamos trabalhar de modo alegre e respeitoso, celebrando a arte e a cultura que fazemos, reconhecendo nosso campo como potente e importante para a produção de conhecimento no nosso país que na história recente tratou tão mal os trabalhadores da arte”, concluiu Lívia ao falar das suas expectativas para a edição de 2024.  

Revelador H2O2, de Alex Sandro Oliveira, integrante da Coleção DCF

O PROJETO

Criado em 2010, o Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia é aberto a todos os artistas brasileiros ou residentes no país. Trata-se de um projeto nacional, que em seus mais de dez anos de atuação contribuiu para a consolidação do Pará como lugar de reflexão e criação em artes, além de proporcionar o diálogo entre a produção local e nacional.

Sua 13ª edição, serão 15 artistas selecionados que farão parte da mostra no Museu Casa das Onze Janelas, Museu da UFPA, Solar da Beira e Associação Fotoativa. Destes, 06 serão escolhidos como Prêmios Aquisição e serão contemplados com R$7.000,00, além da ajuda de custo de até R$2.000,00 oferecida a todos os selecionados para a produção das obras.

O DCF é uma realização do jornal Diário do Pará e RBA com apoio institucional do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SECULT), Sistema Integrado de Museus e Memoriais (SIM) e Museu Casa das Onze Janelas; Museu da Universidade Federal do Pará (MUFPA); Associação Fotoativa; Prefeitura de Belém por meio da CODEM e Solar da Beira; colaboração da Sol Informática e oferecimento da BBF.

SERVIÇO
Diário Contemporâneo segue com inscrições abertas para a 13ª edição
Data: até 16/02/2024
Informações: Rua Gaspar Viana, 773 – Reduto. 
Contatos: (91) 3184-9310, 98367-2468 e diariocontemporaneodfotografia@gmail.com. 
Edital e ficha de inscrição no site: dcf.dol.com.br

Diário Contemporâneo entregará seis Prêmios Aquisição em 2024

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O Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia segue com inscrições abertas até 16 de fevereiro de 2024. Este ano, a grande novidade do projeto são os Prêmios Aquisição, onde os seis contemplados integrarão a Coleção Diário Contemporâneo de Fotografia. Os interessados em participar da 13ª edição, com a temática “Todo corpo em deslocamento tem trajetória”, encontram o edital e a ficha de inscrição disponíveis no site dcf.dol.com.br.

>>> Baixe aqui o Edital 2024

>>> Ficha de Inscrição 13ª edição 

Lançada ao público em 2016, a Coleção tem sua origem desde a primeira edição do projeto, em 2010. Ela iniciou com os artistas premiados e, a partir de 2014, existem obras que entraram na Coleção por doações a convite da curadoria, entre outros procedimentos. São quase 60 artistas de todas as regiões do país que estão com trabalhos sob a guarda do Museu da UFPA e da Casa das Onze Janelas, instituições parceiras do projeto.

Obra “Morar”, do Coletivo Garapa. Prêmio Memórias da Imagem (2012)

Este conjunto generoso de trabalhos é um recorte importante do que vem se produzindo em arte contemporânea nos últimos anos. “Sem dúvida, o que tentamos com a Coleção é poder reunir uma produção brasileira da fotografia contemporânea em suas mais diversas conexões com as linguagens da imagem, e isso extrapola a fotografia delimitada ao seu território convencional. É uma pista para quem quiser pesquisar e avaliar”, analisou Mariano Klautau Filho, curador geral do projeto.

Integrar um acervo de arte tão diverso e presente em instituições de renome é algo importante também para a trajetória do artista. “A partir do momento em que a obra passa a pertencer ao patrimônio público. Ela pode ser exibida diversas vezes, dinamizada, conservada e pesquisada, tornando-se objeto de conhecimento artístico e cultural”, explicou Mariano.

Nesse sentido, os Prêmios Aquisição, novidade desta edição, são oportunidades de incentivo à formação de acervo. Sobre a escolha do formato, Mariano disse que “a decisão pelos Prêmios Aquisição é uma tentativa mais abrangente de premiação que tem impacto imediato na atualização da Coleção como bem público. Lembremos que são dois museus públicos que abrigam a Coleção DCF: Casa das Onze Janelas e Museu da UFPA; portanto é uma política de expansão do acervo público já que as instituições públicas museológicas não estão fazendo quase nada para fomentar e atualizar seus acervos. É uma contribuição do projeto para preencher uma lacuna institucional, uma deficiência dos nossos museus”.

No total, serão 15 artistas selecionados que farão parte da mostra da 13ª edição do Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia no Museu Casa das Onze Janelas, Museu da UFPA, Solar da Beira e Associação Fotoativa. Destes, 06 serão escolhidos como Prêmios Aquisição e serão contemplados com R$7.000,00, além da ajuda de custo de até R$2.000,00 oferecida a todos os selecionados para a produção das obras.

Público na 10ª edição observando o trabalho de Rodrigo José que integra a Coleção DCF. Foto: Irene Almeida

O PROJETO

Criado em 2010, é aberto a todos os artistas brasileiros ou residentes no país. Trata-se de um projeto nacional, que em seus mais de dez anos de atuação contribuiu para a consolidação do Pará como lugar de reflexão e criação em artes, além de proporcionar o diálogo entre a produção local e nacional.

Sua 13ª edição, com o tema “Todo corpo em deslocamento tem trajetória”, nasce com uma proposição de Lívia Aquino, curadora convidada deste ano. Camila Fialho e Vi Grunvald também integram a comissão de seleção.

O DCF é uma realização do jornal Diário do Pará e RBA com apoio institucional do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SECULT), Sistema Integrado de Museus e Memoriais (SIM) e Museu Casa das Onze Janelas; Museu da Universidade Federal do Pará (MUFPA); Associação Fotoativa; Prefeitura de Belém por meio da CODEM e Solar da Beira; colaboração da Sol Informática e oferecimento da BBF.

SERVIÇO

Diário Contemporâneo entregará seis Prêmios Aquisição em 2024

Data: até 16/02/2024

Informações: Rua Gaspar Viana, 773 – Reduto.

Contatos: (91) 3184-9310, 98367-2468 e diariocontemporaneodfotografia@gmail.com.

Edital e ficha de inscrição no site: dcf.dol.com.br

Os Corpos Moventes em debate na 13ª edição do Diário Contemporâneo

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Para iniciar o debate em torno da temática da 13ª edição, o Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia trouxe a curadora convidada, Lívia Aquino, ao lado de Vi Grunvald e Camila Fialho, integrantes da comissão de seleção, para a leitura disparadora e conversa “Corpos Moventes”, no Museu da Imagem e do Som que fica localizado no Centro Cultural Palacete Faciola.

Fotos: Irene Almeida

Os diversos corpos foram explanados e o público foi incentivado a contribuir com o texto-manifesto que abordou os corpos, suas possibilidades, espaços e relações. 

“A gente quis fazer essa leitura disparadora como uma provocação para pensar os diferentes corpos”, disse Lívia Aquino, ao que Vi Grunvald completou que “a gente pode pensar as diversas possibilidades sem que isso se esgote”. “É um convite a pensar também esse lugar do deslocamento”, disse Camila Fialho ao fazer a relação do corpo com a cidade.

Na ocasião, o público aproveitou o espaço para tirar dúvidas sobre a temática da 13ª edição e as novidades para 2024, onde o Diário Contemporâneo irá expor, além dos tradicionais Museu da UFPA e Casa das Onze Janelas, no Solar da Beira e na Associação Fotoativa.

Também foram refletidas sobre as possibilidades que a curadoria convidada traz ao projeto. “Quando a gente chama alguém para a curadoria, é uma forma de desmontar a ideia dela como uma coisa única”, analisou Mariano. 

O PROJETO

Criado em 2010, o Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia é aberto a todos os artistas brasileiros ou residentes no país. Trata-se de um projeto nacional, que em seus mais de dez anos de atuação contribuiu para a consolidação do Pará como lugar de reflexão e criação em artes, além de proporcionar o diálogo entre a produção local e nacional.

O DCF é uma realização do jornal Diário do Pará e RBA com apoio institucional do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SECULT), Sistema Integrado de Museus e Memoriais (SIM) e Museu Casa das Onze Janelas; Museu da Universidade Federal do Pará (MUFPA); Associação Fotoativa; Prefeitura de Belém por meio da CODEM e Solar da Beira; colaboração da Sol Informática e oferecimento da BBF.

Coquetel marca o lançamento da 13ª edição do Diário Contemporâneo

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Na última quinta-feira (14), o Centro Cultural Palacete Faciola recebeu o público convidado para o lançamento da 13ª edição do Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia. 

Foto: Ricardo Amanajás / Diario do Pará.

Comentando a pausa entre as edições, o curador geral do projeto, Mariano Klautau Filho observou todo o histórico do projeto e os novos caminhos que ele vem tomando desde a 10ª edição. A nova edição do Diário Contemporâneo traz a artista e pesquisadora Lívia Aquino como curadora convidada, integrando, ao lado de Vi Grunvald e Camila Fialho, a comissão de seleção. 

“A comissão de seleção é uma certa representação da temática que traremos para este ano”, disse Mariano. As três integrantes do júri residentes em estados diferentes das suas origens, são corpos em movimento, em trajetória.

O presidente em exercício do Grupo RBA, Camilo Centeno e Ursula Vidal, secretária de estado de Cultura, estiveram presentes no evento. 

 

O PROJETO

Criado em 2010, o Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia é aberto a todos os artistas brasileiros ou residentes no país. Trata-se de um projeto nacional, que em seus mais de dez anos de atuação contribuiu para a consolidação do Pará como lugar de reflexão e criação em artes, além de proporcionar o diálogo entre a produção local e nacional.

O DCF é uma realização do jornal Diário do Pará e RBA com apoio institucional do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SECULT), Sistema Integrado de Museus e Memoriais (SIM) e Museu Casa das Onze Janelas; Museu da Universidade Federal do Pará (MUFPA); Associação Fotoativa; Prefeitura de Belém por meio da CODEM e Solar da Beira; colaboração da Sol Informática e oferecimento da BBF.

Inscrições abertas para a 13ª edição do Diário Contemporâneo

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O Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia abriu inscrições para a sua 13ª edição. O tema escolhido, “Todo corpo em deslocamento tem trajetória”, nasce com uma proposição de Lívia Aquino, curadora convidada deste ano. Serão 15 artistas selecionados que farão parte da mostra da 13ª edição do Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia no Museu Casa das Onze Janelas, Museu da UFPA, Solar da Beira e Associação Fotoativa. Destes, 06 serão escolhidos como Prêmios Aquisição e serão contemplados com R$7.000,00, além da ajuda de custo de até R$2.000,00 oferecida a todos os selecionados para a produção das obras. O edital com todas as informações está disponível no site dcf.dol.com.br. As inscrições são online e gratuitas e seguem abertas até 16 de fevereiro de 2024. 

 

Do texto “Trabalho de Vida”, da artista e estudante carioca Matheusa Passareli, pessoa negra e não binária, Lívia Aquino pinçou a frase que define a temática desta edição. No relato íntimo de Matheusa, o corpo é olhado a partir das suas possibilidades, distâncias, atravessamentos e relações. 

>>> Baixe aqui o Edital 2024

>>> Ficha de Inscrição 13ª edição 

Lívia explica que “aqui, a provocação aos artistas visuais, em especial àqueles que se dedicam ao fotográfico e seus desdobramentos, gira em torno do corpo como um território pessoal, de experiências íntimas e únicas, ao mesmo tempo combinado, por estar alinhado ou confrontado, com a experiência social e política”. O corpo é visto para além da sua casca, busca-se a sua tomada de consciência e a relação com o que está ao seu redor.

“Com o tema ‘Todo corpo em deslocamento tem trajetória’, a proposição de Lívia Aquino se dirige ao corpo como território pessoal, lugar de vivência única e ao mesmo tempo conectado ou em confronto com a experiência social”, reforça Mariano Klautau Filho, curador geral do projeto.

 

O JURÍ

Lívia Aquino – Vive em São Paulo. Pesquisadora do campo da cultura e das artes visuais, é professora e artista. Graduada em Psicologia pela UFPR, atua também como psicoterapeuta. Doutora em Artes Visuais e Mestre em Multimeios pela UNICAMP. É professora na pós-graduação em Práticas Artísticas Contemporâneas e na graduação de Artes Visuais e de Produção Cultural da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), em São Paulo. Autora do livro Picture Ahead: a Kodak e a construção do turista-fotógrafo, Prêmio Funarte Marc Ferrez 2015. Participou de exposições coletivas no Centro Cultural São Paulo, na Galeria Reocupa Ocupação 9 de julho, no Museu de Arte Moderna de São Paulo, no Sesc Belenzinho, na Pinacoteca de São Paulo, no Parque Lage, no Museu do Estado do Pará, na Fundação Joaquim Nabuco, no Museu de Arte de Ribeirão Preto, entre outras. 

Camila Fialho – Vive em Belém. Artista, curadora e articuladora/ativadora de processos artísticos. Doutoranda do PPG em Artes da UFPA, suas pesquisas transitam entre poéticas do deslocamento, paisagem, corpo e espaço, com especial interesse nas práticas colaborativas e na publicação como suporte para criação. Como artista, participou da exposição OUBOUR / عبور – Marseille / Alger / Ghardaïa, com a série Lignes de Ghardaïa (Marselha/FR, 2023); foi contemplada pelo Prêmio Branco de Melo 2022 para realizar sua primeira exposição individual Linhas em Movimento. Sob a assinatura de RaioVerde, plataforma pesquisa e criação compartilhada no campo das artes, em 2022 recebe o prêmio de Incentivo às Artes Visuais e Fotografia “Imagens Cotidianas” promovido pelo Sesc no Pará, com a obra Caxina Machu: o reino das sementes vazias, que também participou da exposição Luz do Norte, 10º Festival de Fotografia de Tiradentes, 2020/2021. Participou ainda da instalação coletiva Mapping Fordlândia, junto do coletivo Suspended spaces, parte da exposição  On Fail[l]ed Tales and Ta[y]lors, no espaço La Tabakalera, em San Sebastian, 2019, e itinerâncias na França e no Brasil.

Vi Grunvald – Vive em Porto Alegre. Professora trans do Departamento de Antropologia e do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFRGS, onde integra os núcleos de Antropologia Visual e Antropologia e Cidadania. Doutora e Pós-Doutora pela USP, e com formação pela Academia Internacional de Cinema. Co-coordena o Grupo de Reconhecimento de Universos Artísticos/Audiovisuais da UFRJ e pesquisadora de diversos grupos de pesquisa na USP. Professora visitante, em 2022, no Departamento de Psicología Social y Antropología Social da Universidad Complutense de Madrid (UCM) e do Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA) em Lisboa. Fotógrafa e realizadora audiovisual com trabalhos sobre política, direitos humanos, gênero, sexualidade, parentesco/família, imagem, performance, cinema, táticas documentais e teoria queer/cuir. Membra dos comitês de Gênero e Sexualidade (2021-24) e Antropologia Visual (2019-24) da Associação Brasileira de Antropologia (ABA). Coordena a Comissão de Imagem e Som da ANPOCS, no biênio 2022-2023. Domingo, trabalho realizado com Paulo Mendel e a Família Stronger, selecionado e comissionado pela 21ª Bienal de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil, e exibido no Royal Anthropological Institute Film Festival 2019, recebeu os prêmios Margot Dias e Benjamin Pereira de melhor filme da Associação Portuguesa de Antropologia (APA 2019/2020) e Prêmio ANPOCS de Melhor Curta e Média-Metragem da ANPOCS (2021).

O PROJETO

O Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia inicia em um novo formato de edital. Com a 13ª edição, o projeto propõe o incentivo à formação de acervo através dos Prêmios Aquisição, intensificando o que já vem sendo feito desde a constituição da Coleção, em 2016. 

Criado em 2010, é aberto a todos os artistas brasileiros ou residentes no país. Trata-se de um projeto nacional, que em seus mais de dez anos de atuação contribuiu para a consolidação do Pará como lugar de reflexão e criação em artes, além de proporcionar o diálogo entre a produção local e nacional.

O DCF é uma realização do jornal Diário do Pará e RBA com apoio institucional do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SECULT), Sistema Integrado de Museus e Memoriais (SIM) e Museu Casa das Onze Janelas; Museu da Universidade Federal do Pará (MUFPA); Associação Fotoativa; Prefeitura de Belém por meio da CODEM e Solar da Beira; colaboração da Sol Informática e oferecimento da BBF.

SERVIÇO

Inscrições abertas para a 13ª edição do Diário Contemporâneo

Data: até 16/02/2024

Informações: Rua Gaspar Viana, 773 – Reduto. 

Contatos: (91) 3184-9310, 98367-2468 e diariocontemporaneodfotografia@gmail.com. 

Edital e ficha de inscrição no site: dcf.dol.com.br

Diário Contemporâneo promove programação de lançamento da 13ª edição

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O Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia lança a sua 13ª edição que nasce com uma proposição de Lívia Aquino, curadora convidada deste ano. Para revelar o tema ao público, o projeto realizará a leitura disparadora e conversa “Corpos Moventes” com Lívia, Camila Fialho e Vi Grunvald, que integram a comissão de seleção. O encontro com o público será no dia 15/12, às 19h, no Museu da Imagem e do Som que fica localizado no Centro Cultural Palacete Faciola.

O encontro será em formato de conversa aberta ao público a partir de questões em torno do corpo e suas representações, que é um dos eixos da temática da convocatória da edição.

Sobre o tema escolhido para esta edição, Lívia explica que “aqui, a provocação aos artistas visuais, em especial àqueles que se dedicam ao fotográfico e seus desdobramentos, gira em torno do corpo como um território pessoal, de experiências íntimas e únicas, ao mesmo tempo combinado, por estar alinhado ou confrontado, com a experiência social e política”. O corpo é visto para além da sua casca, busca-se a sua tomada de consciência e a relação com o que está ao seu redor.

Assim como os corpos, o Diário Contemporâneo também se move e muda. Nas palavras de Mariano Klautau Filho, curador geral, “o projeto continua experimentando, mudando, reconfigurando, buscando formatos e amadurecendo. Tudo isso se intensificou a partir dos 10 anos, em que se está colocando mais em prática a colaboração do projeto com outras pessoas”.

Lívia Aquino é uma destas colaboradoras. Artista, pesquisadora e profissional atuante em projetos de arte contemporânea no país, é parceira do projeto desde 2016, com destaque especial no acompanhamento dos artistas residentes nas últimas edições.

A PREMIAÇÃO

Serão 15 artistas selecionados que farão parte da mostra da 13ª edição do Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia no Museu Casa das Onze Janelas, Museu da UFPA, Solar da Beira e Associação Fotoativa. Destes, 06 serão escolhidos como Prêmios Aquisição e serão contemplados com R$7.000,00, além da ajuda de custo de até R$2.000,00 oferecida a todos os selecionados para a produção das obras. O edital com todas as informações estará disponível no site dcf.dol.com.br. As inscrições serão online e gratuitas e seguirão abertas até 16 de fevereiro de 2024.

O PROJETO

O Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia inicia em um novo formato de edital. Com a 13ª edição, o projeto propõe o incentivo à formação de acervo através dos Prêmios Aquisição, intensificando o que já vem sendo feito desde a constituição da Coleção, em 2016. Para a mostra deste ano, somado à seleção por edital, um outro grupo de  artistas será convidado pela curadoria para fazer parte da exposição.

Além disso, como parte da edição e completando a proposta da mostra principal, o projeto se constitui de outras exposições especiais que fortalecem a programação como trabalho de pesquisa curatorial, tanto no campo histórico quanto na produção contemporânea emergente.

Para esta edição, a proposta das mostras “In Natura/In Vitro” e “Jacques Huber – Coletas” vem cumprir tais objetivos. A primeira envolverá a relação entre corpo e paisagem com trabalhos que refletem sobre os sentidos de natureza e artifício; a segunda, a produção fotográfica do universo vegetal realizada pelo cientista suíço Jacques Huber no início do século XX como pesquisador  do Museu Emílio Goeldi, em Belém. Ambas exposições terão a curadoria compartilhada entre Mariano Klautau Filho (curador geral do projeto) e Nelson Sanjad, pesquisador do Museu Emílio Goeldi, especialmente convidado para trabalhar com o acervo de Jacques Huber.

Criado em 2010, o Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia é aberto a todos os artistas brasileiros ou residentes no país. Trata-se de um projeto nacional, que em seus mais de dez anos de atuação contribuiu para a consolidação do Pará como lugar de reflexão e criação em artes, além de proporcionar o diálogo entre a produção local e nacional.

O DCF é uma realização do jornal Diário do Pará e RBA com apoio institucional do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SECULT), Sistema Integrado de Museus e Memoriais (SIM) e Museu Casa das Onze Janelas; Museu da Universidade Federal do Pará (MUFPA); Associação Fotoativa; Prefeitura de Belém por meio da CODEM e Solar da Beira; colaboração da Sol Informática e oferecimento da BBF.

 

SERVIÇO

Diário Contemporâneo promove programação de lançamento da 13ª edição

Data: 15/12/2023

Horário: 19h

Local: Museu da Imagem e do Som, no Centro Cultural Palacete Faciola

Endereço: Avenida Nazaré, nº 138

Informações: dcf.dol.com.br